Da Agência Brasil
O gás natural só tem valido a pena para grandes consumidores nos dois principais mercados do país – Rio e São Paulo –, de acordo com levantamento mais recente feito pelo MME, referente ao mês de julho.
Ainda assim, para clientes com consumo de 50 mil m3/dia, o gás tem custado entre 95% e 99% do preço do óleo combustível tipo A1. Em todas as demais faixas de consumo analisadas pelo ministério, o gás natural está mais caro que o óleo. Em São Paulo, o preço do OCA1 representa 96,8% do preço do gás. Já no Rio, a relação é de 99%.
Dos três maiores mercados de gás natural do país – São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia -, apenas a Bahiagás tem conseguido manter o preço do energético abaixo dos patamares do óleo combustível para clientes que consomem até 20 mil m3/dia. Ainda assim, o produto comercializado pela distribuidora está custando praticamente 97% do preço do óleo. A relação de emparelhamento só se desfaz para pequenos consumidores (2 mil m3/dia), para quem o óleo combustível é a opção mais econômica.
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