Se no mês de junho o consumo de gás cresceu 6,7%, o mesmo não ocorreu no acumulado do primeiro semestre. Segundo o levantamento da Abegás, no período o consumo caiu 24,5%. De acordo com a entidade, isso se deve à redução da atividade industrial, refletindo a desaceleração econômica do país no período, e, também, pelo desligamento das termelétricas a gás ocorrida pela queda na demanda por energia elétrica e, ainda, pela recuperação dos reservatórios de água nas hidrelétricas. A retração no consumo do segmento de geração elétrica foi de 44,4% no comparativo semestral. Já a do segmento industrial foi de 11,7%.
No segmento automotivo, o crescimento de 0,9% confirma o aumento de competitividade do Gás Natural Veicular (GNV) frente aos combustíveis líquidos no período.
No segmento residencial, registrou-se o melhor resultado entre os segmentos atendidos com crescimento de 11,4% no 1º semestre, reflexo do investimento contínuo das concessionárias em expansão da malha de distribuição.
No comercial, a alta foi de 4,1%, influenciada diretamente pelas ações para captação de novos clientes das concessionárias — o número de consumidores comerciais subiu 9,3% em relação ao 1º semestre de 2015.

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